29 de ago de 2012

O filme de Didi e a demissão do motorista

Durante as eleições para presidente em 2010, houve maciça campanha contra a Dilma porque ela é favorável ao aborto. Foram divulgados pela internet e em e-mails diversos vídeos e entrevistas totalmente verídicos aonde aparecia a então candidata opinando favoravelmente sobre a questão. A divulgação foi feita sobretudo por católicos e evangélicos. Até aí tudo bem. Aí, começou a rolar e-mails e mensagens vindas de evangélicos dizendo que a Dilma teria dito, não se sabe onde, nem quando, nem para quem, que "Nem Deus impedia ela de ganhar as eleições". Era uma farsa. 

Vejo isto se repetindo nesse caso do Didi. Gerou-se uma polêmica o novo filme do Trapalhão, "O Segundo Filho de Deus", onde - pelo que me parece, pois não consegui saber ao certo do que se trata -, Didi continuaria a obra de Jesus Cristo. Iniciou-se uma campanha contra o Renato Aragão. Tudo bem, o cristianismo é achincalhado a cada segundo e temos todo o direito de nos indignar e protestar. Mas, como no caso da Dilma, também começou rolar algo nada comprovado: o caso da demissão do motorista. Precisa de campanha de desmoralização? Precisa lançar boatos? Precisa de mentiras? Convém isto a cristãos ou não cremos que só a verdade basta? 




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