22 de mai de 2011

5º Domingo da Páscoa - Eu sou o caminho, a verdade e a vida

A Boa Notícia de Jesus Cristo:


João 14, 1-12


“Jesus lhe respondeu: ‘Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim.’” (Jo 14, 6)


Desde o pecado de Adão nós estávamos privados da graça de Deus, separados d’Ele, e, por nossos méritos, não poderíamos chegar até Ele. Por isso, Jesus Cristo, que é Deus com o Pai e o Espírito Santo, veio ao nosso encontro e por Sua humanidade nos abriu o caminho até o Pai. Ele é a Verdade que nos liberta das falsas doutrinas e dos pecados e nos conduz à vida eterna. Portanto, é Jesus que nos revela Deus verdadeiramente. Alguém que crê em Deus, mas rejeita Jesus como o Cristo Salvador terá sempre um conhecimento parcial sobre Ele e, sem esta fé, e, consequentemente, sem o batismo, não poderá receber a justificação que nos foi merecida pelo sacrifício de Cristo e sermos incorporados à Sua Igreja, como pedras vivas neste Templo santo.


15 de mai de 2011

4º Domingo da Páscoa - O Bom Pastor


A Boa Notícia de Jesus Cristo:


João 10, 1-10


“Mas quem entra pela porta é o pastor das ovelhas. A este o porteiro abre e as ovelhas ouvem sua voz. Ele chama as ovelhas pelo nome e as conduz à pastagem.” (Jo 10, 2-3)


Jesus é o bom e o verdadeiro pastor, Aquele que cuida de suas ovelhas que somos nós. Ele conhece cada um de nós e nos ama pessoalmente. É por Ele que entramos no Seu novo aprisco, a Igreja, que reúne todos os povos que ouvem e crendo no Cristo Salvador o seguem. Ele deu a vida por nós e cuida de Seu rebanho, pelo Seu Espírito, através dos pastores que constituiu na Terra. Primeiro, Pedro e os apóstolos, depois o Papa e os bispos, seus sucessores legítimos. É por eles que nós, Suas ovelhas, somos curados das feridas do pecado e nos alimenta com a Sua Carne e o Seu Sangue para que tenhamos vida plena. É este alimento divino que prefigurava em Seu nascimento, quando foi deitado na manjedoura, onde as ovelhas se alimentam.


Jesus Cristo é o bom pastor. No Antigo Testamento, o rei de Israel era considerado o pastor que guiava e protegia o povo. Jesus é o rei dos judeus, mas não somente deles, mas de todos aqueles que pela fé e pelo batismo entram em Seu Reino eterno. Deixemos os falsos pastores que agem no meio de nosso povo. Aqueles que pregam heresias, que enganam o povo de Deus, que leva-o ao mal, à mentira e fazem de tudo para conseguir roubar as ovelhas de Cristo. Sigamos a Jesus Cristo, o bom pastor.


13 de mai de 2011

O Brasil captura Bin Laden

Como seria a operação para capturar Osama Bin Laden se fosse realizada por forças brasileiras?

1. Como os advogados dele não estavam presentes na hora da prisão para garantir seus direitos, a ação seria ilegal;

2. Todas as escutas seriam consideradas ilegais por não terem autorização de um juiz;

3. Os militares seriam acusados de abuso de poder;

4. Em três dias teria um Habeas Corpus decretado por irregularidade nas investigações;

5. Por ser réu primário, não possuir outra condenação, ter nível superior e endereço fixo, responderia ao processo em liberdade;

6. Por possuir livre direito de ir e vir seria liberado para visitas à Meca;

7. Pelo direito de ampla defesa alocaria milhares de testemunhas a seu favor;

8. O processo levaria uma década estando ele em liberdade provisória;

9. Condenado a pena máxima de 30 anos, cumpriria 1/6 como manda a lei;

10. Durante o cumprimento da pena de cerca de cinco anos, poderia receber visitas das suas cinco esposas e teria induto para sair nos feriados, inclusive para comemorar o Natal e a Páscoa;

11. Depois de alguns meses preso, um Juiz decretaria que a prisão dele é ilegal por não constar o crime de "Terrorismo" no nosso Código Penal;

12. Para não manchar a imagem do Brasil junto ao mundo, ele sofreria a terrível punição de doar 10 cestas básicas para as Obras Assistenciais de Irmã Dulce.

13. Por último, teria suas cinco esposas empregadas no Ministério da Pesca e seria nomeado assessor especial de algum ministro, provavelmente o da Defesa.

8 de mai de 2011

3º Domingo da Páscoa - Os discípulos de Emaús

A Boa Notícia de Jesus Cristo


Lucas 24, 13-35


Mas eles forçaram-no a parar: “Fica conosco, já é tarde e já declina o dia.” Entrou então com eles. (Lc. 24, 29)


Estes dois discípulos haviam posto suas esperanças no Messias político que iria restaurar o Reino de Israel em sua glória davídica e que, agora, era derrotado na cruz. Esta tristeza e falta de esperança fizeram com que não reconhecessem Cristo, que, mesmo ressuscitado, escondia Sua glória.


Ao chegaram, quiseram que Ele ficasse porque as explicações das Escrituras lhes confortavam. Reconhecem o Cristo quando este parte o pão. E voltam imediatamente, à noite, a Jerusalém. O caminho de Emaús segue o itinerário da Santa Missa. Devemos crer na presença de Cristo que está entre nós, através de Sua palavra e, sobretudo, na Eucaristia, onde, como a caminho de Emaús, Sua glória, apesar de real, está velada.


Não podemos, após este encontro pessoal com o Senhor ressuscitado, continuarmos na mesma vida, no medo e na desesperança, pois Cristo é a luz do mundo e não mais andamos nas trevas. Os discípulos de Emaús voltaram para os apóstolos, para a Igreja. Ao encontrarmos com Jesus Cristo, não fiquemos estáticos, mas imediatamente voltemos para a Igreja. Não podemos ser verdadeiros cristãos se formos “freelancers”, individualistas, achando que o encontro pessoal com o Senhor nos dispensa da Igreja fundada sobre os apóstolos. Sem a Eucaristia, não podemos afirmar que conhecemos o Cristo vivo. Ele não passará de uma lembrança lida nas Escrituras.



1 de mai de 2011

2º Domingo da Páscoa - Profissão de fé de São Tomé

A Boa Notícia de Jesus Cristo


João 20, 19-31


“Disse-lhe Jesus: Creste, porque me viste. Felizes aqueles que crêem sem ter visto.” (Jo 20, 29)


Ao anoitecer do domingo da Ressurreição, Jesus aparece aos apóstolos reunidos às portas fechadas. Entra demonstrando que, apesar de ser o Mestre, Aquele que foi crucificado, Seu corpo não era mais o mesmo corpo mortal, não estava mais preso às limitações do espaço. Os apóstolos e demais discípulos estavam com medo e por isso permaneciam escondidos e com as portas bem trancadas. Mas na primeira aparição do Ressuscitado a todos, Jesus mostra-lhes que devem continuar Sua missão. Como o Pai O enviou, Ele também os envia e dá-lhes o Espírito Santo para que possam levar ao mundo o que Ele conquistou na cruz: o perdão dos pecados. Estender a Divina Misericórdia até os confins da terra é a missão da Igreja.


Porém, um dos apóstolos não está presente: Tomé. Quando o encontram, seus companheiros alegremente contam que viram o Senhor. Todavia, ele não crê. Quer provas. Mais do que nunca, o mundo exige de nós, cristãos, as provas de nossa fé. Não crêem em nada que não possa ser medido ou experimentado. A fé em Jesus Cristo vivo entre nós não depende de vê-lo ou apalpá-lo, mas de um encontro pessoal com Ele. No domingo seguinte, Tomé está reunido com seus irmãos e o Senhor Se faz presente entre eles. Dirige-se a Tomé e mostra-lhe as marcas da crucificação. Sim, Tomé. O Jesus que viu pregado na cruz é o mesmo que está a sua frente, vivo, glorioso. Tomé crê e faz a profissão de fé na verdadeira humanidade e verdadeira divindade do Filho de Deus: “Meu Senhor e Meu Deus.”


Nós não vimos o Ressuscitado, mas, pela fé no testemunho da Igreja, devemos crer. Se não crermos que Jesus ressuscitou, nossa fé é vazia. A fé no Senhor Ressuscitado e no perdão dos pecados que a Igreja, sacramento de salvação, leva a todos os povos é a verdadeira paz que o Senhor nos dá. Não como a paz do mundo, mas, entre os mais variados sofrimentos de nossas vidas, lançamos o olhar sobre nosso Salvador e é em Sua misericórdia que depositamos nossa esperança. Aprendamos esta verdadeira paz, em meio as tribulações de nossas vidas, com o Papa João Paulo II, beatificado no dia de hoje, em Roma. Ele soube tomar a sua cruz a cada dia e oferecer cada sofrimento a Deus, unindo-se à cruz do Senhor para cooperar com a salvação da humanidade.