29 de mar de 2010

Uepa!!!

Definitivamente, o mundo está perdido! Ricky Martin, um dos homens mais bonito do planeta revelou hoje em seu site (www.rickymartinmusic.com), o que meio mundo desconfiava e desapontou a outra metade: ele realmente dá un pasito pa'tras!
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Veja a reportagem completa em O Globo.
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Qual será o próximo sucesso do ex-menudo? Seria Livin'la BIBA loca?




Documentos da Santa Sé relativos à 2ª Guerra

CIDADE DO VATICANO, quinta-feira, 25 de março de 2010 (ZENIT.org).- A Santa Sé anunciou hoje a publicação de importantes documentos pontifícios, especialmente os que se referem à 2ª Guerra Mundial, digitalizados e disponíveis na internet.

Estes documentos são as Acta Sanctae Sedis (ASS) e as Acta Apostolicae Sedis (AAS), isto é, as Atas Oficiais da Santa Sé de 1865 a 2007, assim como os 12 volumes da coleção Atos e documentos da Santa Sé relativos ao período da 2ª Guerra Mundial.

“Trata-se de um fundo de documentação de incalculável valor, disponível agora para os especialistas e para todas as pessoas interessadas. Uma grande contribuição para a pesquisa e informação sobre a Santa Sé, sua história e sua atividade”, afirma o comunicado divulgado hoje.

A publicação na internet dos documentos oficiais relativos à 2ª Guerra Mundial, que já existiam em formato impresso desde 1981, foi solicitada pela Pave the Way Foundation (PTWF), que se dedica a trabalhar para “eliminar os obstáculos” que impedem o diálogo entre as religiões.

No último dia 11 de fevereiro, a PTWF agradeceu à Secretaria de Estado e à Livraria Editora Vaticana por sua “confiança em nós, ao permitir-nos este privilégio sem precedentes”.

Em um novo comunicado ao qual a Zenit teve acesso, a PTWF explica que o trabalho de digitalização foi levado a cabo graças a um dos melhores fotógrafos digitais do mundo, o israelense Ardon Bar-Hama.

Bar-Hama é muito conhecido por ter levado a cabo a digitalização dos Manuscritos do Mar Morto e do Codex Vaticanus, entre outros trabalhos.

Gary Krupp, presidente da Fundação, manifesta o orgulho da instituição que representa “por ter ajudado a tornar possível esta importante pesquisa”.
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“Até agora, muitas pesquisas realizadas nesta área foram seletivas por natureza. Abrindo estes documentos para seu estudo no mundo inteiro, esperamos levar a luz da verdade sobre este controvertido período.”
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Esta instituição trabalhou muitos anos na investigação sobre as atuações do Papa Pio XII com relação aos judeus durante a 2ª Guerra Mundial, já que a imagem desse papado “é um motivo de atritos e incompreensão que afeta mais de 1 bilhão de pessoas no mundo inteiro”.
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A coleção Atos e documentos da Santa Sé relativos ao período da 2ª Guerra Mundial consiste em mais de 9 mil páginas que recolhem 5.125 documentos, uma pequena parte da documentação sobre esta época, contida no Arquivo Secreto Vaticano (cerca de 16 milhões de documentos), cuja catalogação ainda não terminou.
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Segundo Elliot Hershberg, presidente da Junta da PTWF, “sentíamos que era necessário abrir estes arquivos, os quais certamente não são um substituto da plena abertura dos arquivos dos anos da guerra. No entanto, junto com a ordem do Papa Bento XVI de abrir os Arquivos Secretos até 1939, agora temos um quadro histórico mais claro das ações secretas do Papa Pio XII e da sua postura com relação ao povo judeu, sua aversão a Hitler e seu secreto trabalho para derrotar o regime nazista”.
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A coleção está disponível, sem custo algum, no site oficial da Santa Sé (www.vatican.va)

21 de mar de 2010

Papa envia carta aos católicos da Irlanda

“O Papa sempre foi contra a cultura da dissimulação e do silêncio”, afirmou o porta-voz do Vaticano, padre Federico Lombardi, neste sábado, 20, na coletiva de imprensa, por ocasião da publicação da Carta Pastoral do Papa aos Féis Irlandeses sobre a questão dos abusos sexuais de menores por alguns membros do clero.
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Padre Federico afirmou ainda, "que neste documento, o Papa expressa que, se tratando de pedofilia, não se pode calar diante da verdade e da justiça".
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O Papa a assinou dia 19, na solenidade de São José, e pediu para que ela seja lida com atenção e na sua totalidade. Na carta, o Santo Padre diz que ficou profundamente perturbado com as notícias dos abusos sexuais de crianças e jovens, e afirmou que tratam-se de "atos pecaminosos e criminais" e que a resposta dada pelas autoridades da Igreja na Irlanda, na época, foram "muitas vezes inadequadas". "Não posso deixar de partilhar o pavor e a sensação de traição que muitos de vós experimentastes", disse o Papa.
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Ele explicou que decidiu escrever a carta para expressar sua proximidade, e "para vos propor um caminho de cura, de renovação e de reparação".Bento XVI disse ainda que o problema não se resolverá em pouco tempo, mas é preciso enfrentá-lo "com coragem e determinação". "Foram dados passos em frente positivos, mas ainda resta muito para fazer. É preciso perseverança e oração, com grande confiança na força restabelecedora da graça de Deus", apontou.
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De acordo com o Santo Padre, "para se recuperar desta dolorosa ferida, a Igreja na Irlanda deve, em primeiro lugar, reconhecer diante do Senhor e diante dos outros, os graves pecados cometidos contra jovens indefesos". "Só examinando com atenção os numerosos elementos que deram origem à crise atual é possível empreender uma diagnose clara das suas causas e encontrar remédios eficazes.
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Certamente, entre os fatores que para ela contribuíram podemos enumerar: procedimentos inadequados para determinar a idoneidade dos candidatos ao sacerdócio e à vida religiosa; insuficiente formação humana, moral, intelectual e espiritual nos seminários e nos noviciados; uma tendência na sociedade a favorecer o clero e outras figuras com autoridade e uma preocupação inoportuna pelo bom nome da Igreja e para evitar os escândalos, que levaram como resultado à malograda aplicação das penas canônicas em vigor e à falta da tutela da dignidade de cada pessoa", destaca o Papa e completa, "é preciso agir com urgência para enfrentar estes fatores, que tiveram consequências tão trágicas para as vidas das vítimas e das suas famílias e obscureceram a luz do Evangelho a tal ponto, ao qual nem sequer séculos de perseguição não tinham chegado".
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Na carta, o Papa escreve diretamente àqueles que foram vítimas dos abusos, aos membros do clero responsáveis por tais atos, aos pais das vítimas, aos bispos e ao povo da Irlanda, em geral. O Pontífice propôs algumas medidas concretas para lidar com essa situação: - convida todos a fazer penitência às sextas-feiras, até a páscoa de 2011, em reparação pelos pecados do abuso;- a redescobrir a confissão e; - dedicar particular atenção a Adoração Eucarística.
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Bento XVI anunciou sua intenção de visitar a Irlanda, e agradeceu a todos os homens e mulheres que já "se comprometeram pela tutela dos jovens nos ambientes eclesiásticos". Ao término da carta, o Papa deixou uma oração pela Igreja na Irlanda, e disse enviar a carta "com o cuidado que um pai tem pelos seus filhos e com o afeto de um cristão como vós, escandalizado e ferido por quanto aconteceu na nossa amada Igreja".
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Adaptado do site Canção Nova.
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13 de mar de 2010

São Rodrigo de Córdova


A história do mártir São Rodrigo chegou até nós graças ao seu contemporâneo Santo Eulógio, que, baseado ou em conhecimento próprio ou na palavra de testemunhas oculares, escreveu as atas de todos aqueles que pereceram antes dele na perseguição em que, ele, Eulógio, deu a vida (11 de março de 859). Cumpre reconhecer que tais atas deixam uma impressão desfavorável quanto ao procedimento geral dos cristãos dessa época na Espanha moura. As famílias viviam divididas, a apostasia era coisa comum, e os próprios mouros, escandalizados com a infidelidade dos cristãos, lançavam-lhes em rosto o relaxamento em que eles, cristãos, viviam. Nada pois de admirar que Eulógio começasse o seu livro com as palavras: “Nesses dias, por um justo juízo de Deus, a Espanha foi oprimida pelos mouros”. A história de São Rodrigo pode servir como ilustração disso.

O mártir era sacerdote de Cabra em Córdova, e teve dois irmãos, dos quais um tornara-se muçulmano enquanto o outro era um mau cristão que praticamente abandonara a fé. Certa noite, os dois irmãos puseram-se a discutir com ardor um com o outro, e com tamanho ódio que acabaram se esmurrando. Rodrigo correu para separá-los, mas eles voltaram-se contra Rodrigo, e o espancaram até o ponto de o deixarem caído sem sentidos. Diante disso, o muçulmano mandou colocarem Rodrigo numa padiola e o levarem pelas ruas, enquanto ele próprio caminhando ao lado ia gritando que Rodrigo havia apostatado e queria que, antes de morrer, fosse publicamente reconhecido como muçulmano. A vítima achava-se muito sem forças para falar, mas sentia uma profunda angústia. Desse modo, tão logo recobrou o uso das pernas, bateu em retirada.

Não muito depois, encontrando Rodrigo numa das ruas de Córdova, o irmão muçulmano o arrastou até à presença do cádi (magistrado muçulmano) e o acusou de retornar à fé cristã depois de se ter declarado muçulmano. Rodrigo negou indignadamente que algum dia houvesse abandonado a religião cristã. O cádi, no entanto, não acreditou em Rodrigo e o lançou numa das piores masmorras existentes na cidade. Nesse lugar, Rodrigo encontrou um outro prisioneiro, chamado Salomão, que fora preso pelo mesmo motivo. Os dois encorajaram-se mutuamente durante o longo incômodo encarceramento, que, segundo esperava o cádi, os faria desanimar. Como permanecessem inflexíveis, os dois foram separados; mas, quando nem isso deu resultado, foram condenados e decapitados a 13 de março de 857. Santo Eulógio, que viu seus corpos expostos junto ao rio, informa que os guardas lançaram na corrente de água as pedras tintas com o sangue dos mártires, a fim de que o povo as não apanhasse para guardar como relíquias.



7 de mar de 2010

A Igreja Católica: Construtora da Civilização - Episódio 6

Série A Igreja Católica: Construtora da Civilização, da EWTN, apresentada por Thomas E. Woods, autor do livro Como a Igreja Católica Construiu a Civilização Ocidental. Sexto episódio dividido em três partes com legenda em português.