30 de mar de 2011

A Gaystapo se move...

Numa ditadura, a cassação dos direitos políticos daqueles que não concordam com o regime é o primeiro passo. O polêmico deputado Jair Bolsonaro caiu numa armadilha. Único deputado que combate a depravação moral que tomou conta do Congresso Nacional, especialmente nestes anos do governo socialista do PT, caiu numa armadilha preparada por todos os "moderninhos" de plantão. Em meio ao silêncio covarde, aos politicamente corretos e aos ativistas de todas as causas e aberrações possíveis, Bolsonaro levanta a voz contra os privilégios de "classes" (negros e gays, por exemplo) e à ditadura gay. Bolsonaro é criticado apenas por defender o que é natural. Estranha inversão de valores. No programa CQC, Preta Gil pergunta ao deputado como ele reagiria se sua filha casasse com um negro. O deputado dá uma resposta estranhíssima que não revela racismo, nem homofobia, nem relação com a pergunta, cujo conteúdo disse, mais tarde, ter entendido mal.


Não importa. Por que se faz uma pergunta dessas se o entrevistado não pode responder o que pensa? Teria que responder o que "todos" querem ouvir? Isto é liberdade de expressão? Caiu numa armadilha. Acordem para o autoritarismo crescente em nosso país comandado pelos partidos de esquerda que dominam o governo. O ataque veio de todos os lados. Principalmente do movimento gay do Congresso encabeçado pelo ex-BBB Jean Wyllys. O deputado não chegou nem perto dos votos que recebeu no reality show: apenas 13.018. Se não tivesse ido na rabeira do deputado Chico Alencar não estaria na Câmara. Jean se autodenominou representante dos gays e tem todo o direito disso em nossa querida democracia liberal. Jair Bolsonaro recebeu 120.646 votos. Por essa expressiva votação, muita gente deve se considerar representada na Cãmara por Bolsonaro, não é mesmo? Esse direito quer ser tirado de milhares de fluminenses. Que democracia é essa?




28 de mar de 2011

Jesus e a samaritana

A Boa Notícia de Jesus Cristo:

João 4, 5-42

"Respondeu-lhe Jesus ‘Se conhecesse o dom de Deus, e quem é que lhe diz: dá-me de beber, certamente lhe pediria, você mesma e ele lhe daria uma água viva’” (Jo 4,10)


A água é elemento constante no evangelho de São João, se tornando, assim, um itinerário seguro na catequese batismal, especialmente durante a Quaresma, onde os catecúmenos se preparam para receber o santo batismo na Noite Santa da Páscoa. O encontro de Jesus com a samaritana guarda em si um significado profundo e lições inesgotáveis. Jesus convida à conversão os samaritanos, um povo que não é judeu, pelo contrário, graças a sua apostasia da fé judaica e mistura com povos pagãos, são odiados por esses. A missão de Jesus é universal. Seu evangelho deve ser levado a todos os povos.

A samaritana também é uma adúltera. Possuiu cinco maridos e era amante ou concubina do sexto. A mulher procurava saciar sua sede de Deus nas pessoas, em relacionamentos sem futuro e pecaminosos. Isto não nos diz nada do mundo de hoje? Quantas pessoas buscam preencher seu vazio existencial no sexo, em prazeres desmedidos, nas drogas. Este vazio somente é preenchido pelo Espírito Santo, a água viva que Jesus nos dá. Somente Nele, princípio e fim de nossa existência podemos saciarmo-nos. Tudo passa, inclusive as pessoas. Só Deus permanece.

Grande parte da humanidade, a exemplo da samaritana, infelizmente, não conhece o dom de Deus, que é o próprio Jesus Cristo. Muitas vezes a humanidade fica – e nós também, infelizmente, que somos cristãos – a procura de cisternas secas, sem água ou com água suja e não bebemos na fonte pura que é Jesus Cristo. Esta água viva, que Jesus fala à samaritana e a nós, o Espírito Santo, através do batismo, na Igreja, nos confere a graça de Deus, a nossa união com a Trindade Santa, e nos santifica. Jesus é o Rochedo de onde brota esta água e que sacia nossa sede de justiça e santidade. E é no Espírito que nos tornamos adoradores do Pai em espírito e verdade.

Nós também podemos nos encontrar com Jesus inesperadamente – e quantos se converteram assim – no dia-a-dia. Surpreendentemente, Nosso Senhor revela-a que é o Cristo. Não Se revelou desta forma aos Seus discípulos e nem quando às autoridades do Templo Lhe indagaram se era o Messias. Jesus Se revela àqueles que mostram boa vontade e abre-se para a fé. Façamos como a samaritana: de discípula tornou-se missionária, indo anunciar aos seus que havia encontrado o Cristo Senhor. Que nessa Quaresma, nós que encontramo-nos com Jesus – ou ao encontrarmo-nos – levemos outras pessoas ao Seu encontro.



19 de mar de 2011

2º Domingo da Quaresma - A Transfiguração de Cristo

A Boa Notícia de Jesus Cristo:
Mateus 17, 1-9
“E, quando desciam, Jesus lhes fez esta proibição: Não conteis a ninguém o que vistes, até que o Filho do homem ressuscite dos mortos.” (Mt. 17, 9) Neste segundo domingo da Quaresma, lemos o relato da Transfiguração. Jesus leva Pedro, Tiago e João para o alto de uma montanha. As montanhas no Antigo Testamento são os lugares onde Deus se faz presente: Moisés e o Monte Sinai, Elias e o Monte Carmelo. Jesus se transfigurou na presença de Seus apóstolos. Revelou toda a Sua glória divina. 
A caminho para Jerusalém, o Cristo Senhor dá aos discípulos uma pequena amostra de Sua divindade para que fiquem fortalecidos na fé quando O virem pendendo na cruz e creiam na ressurreição profetizada na descida do monte. O fato deve permanecer em segredo, apenas aquele seleto grupo deveria saber o que se tinha passado na montanha. Pedro e João foram os primeiros apóstolos que chegaram ao sepulcro vazio. Certamente lembraram-se deste dia e das palavras de Jesus. No monte, aparecem Moisés e Elias, representando a Lei e os Profetas que anunciaram o Messias. O Espírito os envolve e o Pai afirma, assim como no batismo de Jesus, que Aquele era Seu Filho amado e deveriam ouvi-Lo. 
Esta é a mensagem de Deus para nós. Devemos ouvir Seu Filho que nos fala através da Sua Igreja. E como o mundo está surdo! Poucos são aqueles que dão ouvidos a nosso Senhor Jesus Cristo. Suas palavras são solenemente ignoradas, esquecidas ou destorcidas. A Boa Nova do Senhor não penetra nos corações, posto que as pessoas se sentem autossuficientes como se não necessitassem de Deus. Que nesta Quaresma, tempo de conversão, ouçamos as palavras de Jesus e mudemos de vida. 
Os apóstolos, diante de tão grandiosa cena, ficam entre o êxtase, ao ponto de Pedro querer permanecer na montanha, fazendo tendas para os personagens que ali estão, e o medo ao serem encobertos pela nuvem e ouvir a voz do Pai, o que faz com que Jesus prontamente os encoraje. Em nossa peregrinação terrestre, muitas vezes temos momentos de alegria em que nos deparamos com a presença de Deus, seja quando tivemos nosso encontro pessoal com o Cristo, seja em alguma graça que recebemos. Mas a glória não é para este mundo. Temos que passar pelo vale escuro da morte, pela cruz que consiste nas dificuldades cotidianas. Não há ressurreição sem cruz. Não há glória se não há luta. 
Mas, ao sentirmos desanimados e temerosos perante tantas dificuldades que a vida nos impõe, saibamos que Jesus se aproxima de nós, nos toca e nos diz: “Não tenham medo”. Diferentemente do dia da transfiguração, hoje sabemos que Jesus Cristo ressuscitou e está vivo entre nós. Esta é nossa fé. Portanto, na certeza da ressurreição, na vida que o Senhor, na cruz, conquistou para aqueles que crêem, voltemo-nos para a graça de Deus e caminhemos na santidade, rumo ao Céu, a Terra Prometida, em companhia de todos os patriarcas, profetas e santos, onde poderemos afirmar: “Senhor, é bom estarmos aqui”.


14 de mar de 2011

1º Domingo da Quaresma - A tentação de Jesus

A Boa Notícia de Jesus Cristo:


Mateus 4, 1-11

“Em seguida, Jesus foi conduzido pelo Espírito Santo ao deserto para ser tentado pelo demônio.” (Mt. 4, 1)


O pecado entrou no mundo através de Adão que sucumbiu a tentação do diabo quando, cheios de orgulho, ele e sua mulher, Eva, quiseram ser como Deus. Eva foi primeiramente tentada por satanás e comeu o fruto e o deu a seu esposo trazendo a condenação a toda a humanidade. Mas Deus não abandonou o homem pecador.

No Seu plano de salvação, Seu Filho deveria se encarnar para salvar a humanidade e restabelecer a união de Deus com o homem. O Filho de Deus se encarnou no seio da Virgem Maria. Se lá no Éden o pecado entrou no mundo por Eva, a mulher concebida sem pecado, a nova Eva, Maria, trouxe-nos a Salvação. Se Eva deu o fruto da condenação para que o primeiro homem comesse e, desse modo, morresse, Maria dá-nos o bendito fruto de seu ventre, Jesus, cuja carne e sangue comemos para alcançarmos a vida eterna.

Assim, como por um homem nos veio a desgraça, por um homem, o novo Adão, Cristo Jesus, em tudo semelhante a nós, exceto no pecado, nos veio a salvação. Neste primeiro domingo da Quaresma, a Igreja nos apresenta o relato das tentações de Jesus no deserto. No grande retiro espiritual de Jesus, por quarenta dias o Senhor jejuou e sofreu a tentação do demônio. Foi na carne que o homem padeceu. Foi preciso que na carne o homem vencesse a tentação do demônio.

Por isso, o Deus encarnado, Jesus Cristo, venceu a tentação de satanás por três vezes (para os orientais, quando algo ocorre ou é dito por três vezes significa que é definitivo). Cristo venceu satanás. Na cruz, fomos resgatados pelo sangue de Jesus e libertos das amarras do demônio. Ao sermos batizados, Deus nos purifica do pecado original e então, como filhos de Deus, somos introduzidos na graça do Pai.

Porém, o batismo não nos livra das tentações. Somos tentados diariamente, mas contamos com a graça de Deus para vencê-las, assim como Jesus as venceu. E como conseguiu vencer? Através do sacrifício, do jejum e da oração. A vitória não é fácil. Que a cada tentação recorramos imediatamente às mesmas armas de Cristo para que tenhamos força para vencê-las. Tenhamos fé, não desistamos, Deus está conosco.


6 de mar de 2011

“Nem todo aquele que me diz: Senhor, Senhor, entrará no Reino dos céus"

A Boa Notícia de Jesus Cristo:

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Mateus 7, 21-27

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“Nem todo aquele que me diz: Senhor, Senhor, entrará no Reino dos céus, mas sim aquele que faz a vontade de meu Pai que está nos céus.” (Mt. 7, 21)

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Hoje, finalizando o Sermão da Montanha, o Senhor Jesus nos alerta sobre a hipocrisia tão criticada nos fariseus durante todo o seu ministério. O cristão não está livre de ser hipócrita. Pode aparentar justiça e santidade através de atos externos, mas por dentro está podre em pecados. Rezar é bom, receber os sacramentos, especialmente a Eucaristia, é essencial, ajudar ao próximo, tudo isto é excelente. Mas de nada adianta se não fizermos a vontade de Deus, não levarmos uma vida santa, reconhecermo-nos míseras criaturas diante do Pai celeste, conformando-nos a Sua vontade, resignando-nos quando preciso. Não é fácil, posto que nossa tendência ao orgulho e à nossa satisfação pessoal nos impede de pedir sinceramente para que seja feita a vontade de Deus e não a nossa.
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Outro aspecto sobre o qual devemos refletir diante do Evangelho deste domingo é o que vemos hoje: a difusão de igrejas com atitudes exatamente como Jesus precaveu (quem tem ouvidos para ouvir, ouça!): orações e louvores “fervorosos”, pregadores e cantores “ungidos”, músicas “inspiradas” e templos lotados, expulsão de demônios, curas, milagres, cadeiras de rodas erguidas durante o culto, muletas jogadas ao longe, ministros afirmando que Deus está presente na sua igreja e – principalmente, frise-se – em seu ministério, graças a todos estes “sinais”.
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Porém, a pregação e os milagres são obras santas quando acontece na Verdade, quando acontece na Casa construída sobre a rocha: a una, santa, católica e apostólica Igreja de Cristo, onde as tempestades, as enchentes e furacões não podem abalá-la! Se sinais – os verdadeiros, já que muitos embustes acontecem em certas igrejas que bem conhecemos pela TV – acontecem onde reina a mentira, as heresias, é para que conheçam a bondade de Deus e com o coração sincero procurem a plena verdade na Igreja Católica.
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Caso contrário, muitos podem correr em vão, enganados e enganando, pensando que estão fazendo a vontade de Deus e acabar ouvindo as palavras de Cristo no dia do Juízo: “Nunca vos reconheci [como meus verdadeiros ministros e fiéis]. Retirai-vos de Mim, operários maus!”.

2 de mar de 2011

Harvard concorda com Bento XVI

Há quem pense que o Papa e alguns bispos, num determinado dia da semana, no fim da tarde, se reúnem em torno de uma mesa para decidirem com o que vão implicar, querendo acabar com a tão defendida e mal-entendida liberdade de nossa querida e liberal sociedade ocidental. As coisas são um pouco mais complexas e sérias do que um simples papo num happy hour vaticano, como divulga, por ignorância ou má-fé, a imprensa, influenciando protestos desrespeitosos e raivosos contra o Santo Padre, como aqueles que aconteceram após o Papa declarar que preservativos não eram a melhor solução para o combate à AIDS no continente africano.

As manifestações foram desde a distribuição de preservativos com a foto de Bento XVI na embalagem até o pedido para que o Papa fosse processado pelo Tribunal Internacional por crime contra a humanidade. Pois bem, as opiniões do Papa, além de toda a bagagem da moral cristã e do ensinamento da Igreja, "a especialista em humanidade", são embasadas em conclusões científicas que os "racionais", influenciados por todo tipo de ideologia e lobbies não querem ver.

No mês passado, um estudo realizado pela Universidade Harvard concluiu que a diminuição dos casos de AIDS no Zimbábue - assim como em outros países africanos, por exemplo, Uganda - aconteceu graças à fidelidade conjugal e um comportamento sexual responsável. Exatamente como afirmou o Papa Bento XVI. Aliás, à época da viagem à África (2009), Dr. Edward Green, diretor do Projeto de Pesquisa e Prevenção da AIDS da Escola de Saúde Pública da mesma universidade, afirmou que o Papa estava certo. As palavras do Papa causaram estardalhaço na mídia. Sobre as publicações da Harvard, silêncio.

Mais sobre as declarações do Dr. Edward Green, clique aqui.