23 de out. de 2016
Cristianismo sem Eucaristia é gnosticismo
28 de out. de 2015
O exercício da misericórdia é a missão da Igreja
Nossa mãe, a Igreja, é santa, mas traz em seu seio, enquanto milita na terra, nós, seus filhos, sempre necessitados de conversão e de purificação porque somos pecadores. Ela nos oferece nos sacramentos os meios dispensados por Cristo para nossa santificação. Só os "puros" podem escandalizar -se com a presença de pecadores na Igreja. Os discípulos dAquele que comia e bebia com os pecadores não deveriam se assustar. É junto à Igreja, o Cristo estendido na História, que nós, pecadores, encontramos e seguimos o caminho da salvação, segurando firme naquela mão misericordiosa que Deus nos oferece, que é o próprio Senhor Jesus. Quanto mais avançamos no caminho da perfeição, quanto mais nos aproximamos da luz de Cristo, melhor vemos nossos defeitos, melhor vislumbramos as manchas do pecado nos recônditos da alma, mais nos sentimos indignos e necessitados da graça e mais podemos nos compadecer daqueles irmãos mais afastados de Deus. É reconhecendo as nossas misérias que podemos usar a misericórdia para medir o próximo, tão necessitado de Deus salvador quanto nós. Do contrário, acabamos tomando a atitude do fariseu diante do publicano ou a do filho mais velho, irmão do pródigo.
A Igreja, sempre santa e imaculada, não teme tocar os impuros, como Nosso Senhor não temeu tocar o leproso. Este toque purifica. Este toque consiste no apelo à conversão, no anúncio do Evangelho, no despertar das consciências relativistas amortecidas pela amoralidade, no iluminar a vida para que, tocados pela graça, reconheçamos nossos pecados e os deixemos na pia batismal ou no confessionário. A misericórdia e o amor não permitem falsear ou mitigar o mal. Se Jesus, o médico dos médicos, veio para os doentes e não para os sãos, é preciso mostrar, como Ele mostrou sempre com caridade, a gravidade da doença e os tratamentos adequados, ainda que sejam extremamente dolorosos. Não é verdadeiramente misericordioso quem ataca os sintomas usando um bálsamo para aliviar a dor - para usar uma expressão de Santa Catarina de Sena - e não vai a fundo no mal para extirpá-lo. Quem age assim não leva a salvação, ao contrário, condena o pecador faltando-lhe com a verdade.
Portanto, a missão da Igreja é sair ao encontro de todos e receber de portas abertas a todos, anunciando a Boa Nova de Nosso Senhor Jesus Cristo, caminho, verdade e vida, sem isolar-se deste mundo corrompido, mas sendo fermento na massa, luz do mundo e sal da terra.
13 de mai. de 2014
A herança de Jesus: Eucaristia e Nossa Senhora
15 de abr. de 2014
A Igreja católica jamais facilitou a doutrina às custas da verdade
31 de out. de 2013
A Santa Missa: expectativa e realidade (Parte II)
12 de ago. de 2012
Eu sou o Pão vivo que desceu do Céu
4 de ago. de 2012
Eu sou o Pão da Vida
7 de jun. de 2012
Corpus Christi, a festa do Corpo e Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo
31 de jul. de 2011
A primeira multiplicação dos pães
Mateus 14, 13-21
“Todos comeram e ficaram fartos, e, dos pedaços que sobraram, recolheram doze cestos.” (Mt. 14, 20)
O trecho do Evangelho de hoje contrasta com a passagem anterior que narra o banquete natalício de Herodes, onde os prazeres do mundo são desfrutados, e este banquete é o tribunal onde João Batista é condenado. Mas o banquete servido por Jesus não atende aos prazeres oferecidos pelo mundo. Foi assim que o Senhor afastou o tentador quando este lhe desafiou a transformar pedras em pão: “Não só de pão vive o homem, mas de toda palavra que sai da boca de Deus”; e esta “Palavra se fez carne” e é o “pão descido dos céus”.
A essência deste milagre não está na partilha do alimento com quem tem fome, mas na doação de Si próprio que Cristo realiza na cruz e que se perpetua na Eucaristia. É nela que Cristo se multiplica sobre os altares do mundo todo, transubstanciando o pão em Sua carne e alimentando Seu povo, durante nossa peregrinação terrestre, através de Seus sacerdotes que são os sucessores dos apóstolos, os quais receberam o mandato de “dar eles mesmos de comer” aos discípulos de Jesus.
É após participarmos da Eucaristia, sacramento da caridade, onde comungamos o corpo de Cristo, do qual nós somos membros, que devemos ir ao encontro dos necessitados, nos doando uns aos outros, a exemplo de Cristo. É alimentados com o Pão da Vida que nos abre o coração para acabar com a fome – e não só de alimento – que assola o mundo. Que sejamos assíduos no Banquete do Cordeiro, na Santa Missa, onde o Cristo nos alimenta.
8 de mai. de 2011
3º Domingo da Páscoa - Os discípulos de Emaús
A Boa Notícia de Jesus Cristo
Lucas 24, 13-35
Mas eles forçaram-no a parar: “Fica conosco, já é tarde e já declina o dia.” Entrou então com eles. (Lc. 24, 29)
Estes dois discípulos haviam posto suas esperanças no Messias político que iria restaurar o Reino de Israel em sua glória davídica e que, agora, era derrotado na cruz. Esta tristeza e falta de esperança fizeram com que não reconhecessem Cristo, que, mesmo ressuscitado, escondia Sua glória.
Ao chegaram, quiseram que Ele ficasse porque as explicações das Escrituras lhes confortavam. Reconhecem o Cristo quando este parte o pão. E voltam imediatamente, à noite, a Jerusalém. O caminho de Emaús segue o itinerário da Santa Missa. Devemos crer na presença de Cristo que está entre nós, através de Sua palavra e, sobretudo, na Eucaristia, onde, como a caminho de Emaús, Sua glória, apesar de real, está velada.
Não podemos, após este encontro pessoal com o Senhor ressuscitado, continuarmos na mesma vida, no medo e na desesperança, pois Cristo é a luz do mundo e não mais andamos nas trevas. Os discípulos de Emaús voltaram para os apóstolos, para a Igreja. Ao encontrarmos com Jesus Cristo, não fiquemos estáticos, mas imediatamente voltemos para a Igreja. Não podemos ser verdadeiros cristãos se formos “freelancers”, individualistas, achando que o encontro pessoal com o Senhor nos dispensa da Igreja fundada sobre os apóstolos. Sem a Eucaristia, não podemos afirmar que conhecemos o Cristo vivo. Ele não passará de uma lembrança lida nas Escrituras.
10 de abr. de 2011
Quinto Domingo da Quaresma - A ressurreição de Lázaro
A Boa Notícia de Jesus Cristo:
João 11, 1-45
Disse-lhe Jesus: “Eu sou a ressurreição e a vida. Aquele que crê em mim, ainda que esteja morto, viverá.” (Jo. 11, 25)
No Evangelho deste quinto domingo da Quaresma, ouvimos novamente o conhecido relato da ressurreição de Lázaro. Maria, Marta e Lázaro eram os amigos de Jesus que moravam
As doenças são conseqüência de nossa fragilidade natural. Se doenças são obras do diabo, um dia ele acaba vencendo, pois, em algum momento, morremos vítima de alguma enfermidade. A doença que satanás implantou no coração do homem foi o pecado. Esta doença sim pode nos levar à morte espiritual, nos separar do amor de Deus e nos lançar no inferno. Não tenhamos medo das doenças, nem dos males físicos que podem nos ocorrer, ainda que eles nos tragam sofrimentos terríveis. O mal moral – o pecado – é o pior mal que pode existir. Não podemos evitar a morte física, cedo ou tarde ela chega para todos. E mesmo assim tememos morrer e evitamo-la a qualquer custo. Mas não nos esforçamos com tanto vigor para evitar o pecado que pode nos levar à morte eterna, mesmo quando sabemos que viveremos eternamente se formos santos.
A ressurreição de Lázaro é um prelúdio da ressurreição de Jesus Cristo e Seu poder sobre a morte. Lázaro foi ressuscitado em seu corpo físico e voltou a morrer posteriormente. Mas Cristo Jesus ressuscitou em Seu corpo glorioso, imortal. Nós que morremos com Cristo no batismo e que temos o Espírito de Deus, ressuscitaremos com Ele. Aqueles que viverem em Cristo ressurgiram, no Dia do Juízo, com corpos gloriosos como o Dele. Neste dia, Jesus vencerá definitivamente a morte. A exemplo de Marta, creiamos que Jesus é o Messias, o Filho de Deus que salva a humanidade, que em Sua morte e ressurreição, libertou-nos das amarras do pecado e da morte. E não nos esqueçamos do remédio de imortalidade que nosso Senhor nos deixou, a Eucaristia, pois aquele que come sua carne e bebe seu sangue viverá eternamente.
17 de jan. de 2011
Eis o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo
16 de ago. de 2009
A História do Santo Cálice, o verdadeiro Santo Graal


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Inscrição árabe em caracteres cúficos.
Transcreve-se: li-izahirati ou lilzáhira: "para o que reluz"
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