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16 de ago. de 2013

Os adeptos da TL no Brasil se arvoram em porta-vozes do Papa Francisco

É irritante a instrumentalização que se tenta fazer das palavras do Papa Francisco. E nem me refiro à mídia laica, mas a certos "católicos" que estavam nas sombras e viraram porta-vozes do Papa no Brasil e vivem falando besteira nos meios de comunicação. Entre eles, os marxistas Frei Betto e Leonardo Boff (este último oficialmente condenado por heresia pela Igreja). Leonardo Boff andava sumido. Agora quer falar em nome do Papa e traduzir seu pensamento, ou melhor, quer que todos pensem que o Papa concorda com a Teologia da Libertação, uma forma de interpretação da Revelação divina usando os métodos marxistas. Os adeptos da Teologia da Libertação, que estão em extinção, odeiam os Papas João Paulo II e Bento XVI (principalmente Boff, que foi proibido de ensinar em nome da Igreja) e querem a todo custo opor o antecessor de Francisco a este. Espero que leiam as palavras do Papa Francisco dirigidas ao CELAM: 

"A opção pela missionariedade do discípulo sofrerá tentações. É importante saber compreender A ESTRATÉGIA DO ESPÍRITO MAU, para nos ajudar no discernimento. Não se trata de sair para expulsar demônios, mas simplesmente de lucidez e prudência evangélicas. Limito-me a mencionar algumas atitudes que configuram uma Igreja “tentada”. Trata-se de conhecer determinadas propostas atuais que podem mimetizar-se em a dinâmica do discipulado missionário e deter, ATÉ FAZÊ-LO FRACASSAR, o processo de Conversão Pastoral.

A ideologização da mensagem evangélica. É uma tentação que se verificou na Igreja desde o início: procurar uma hermenêutica de interpretação evangélica FORA da própria mensagem do Evangelho e FORA DA IGREJA. [...] Existem outras maneiras de ideologização da mensagem e, atualmente, aparecem na América Latina e no Caribe propostas desta índole. Menciono apenas algumas:

a) O reducionismo socializante. É a ideologização mais fácil de descobrir. Em alguns momentos, foi muito forte. Trata-se de uma pretensão interpretativa com base em uma hermenêutica de acordo com as ciências sociais. Engloba os campos mais variados, desde o liberalismo de mercado até às categorizações marxistas." (os destaques são meus)

O discurso todo é excelente e vale a pena conferir as outras "tentações" pela qual a Igreja passa:

25 de set. de 2012

Discursos de Dilma e Obama na ONU e a liberdade religiosa


Vários discursos na ONU sobre liberdade religiosa, condenação do preconceito contra muçulmanos e nenhuma palavrinha sobre os 20% de cristãos que sofrem contínua perseguição e dos 100 mil que perdem a vida todo ano pelo simples fato de serem cristãos? Nenhuma palavra sobre a crescente discriminação de cristãos na Europa? 

Nenhuma palavra do sr. Obama sobre seus projetos que ferem de morte a liberdade de consciência e religiosa nos EUA, chegando ao extremo de os bispos norte-americanos precisarem processá-lo para que lhes fossem respeitados seus direitos, direitos estes que fundaram os EUA?

Nenhuma condenação à China ou à Arábia Saudita, perseguidoras implacáveis do cristianismo? Nenhuma reprovação ao Paquistão que envia para a cadeia pessoas acusadas de blasfêmia, sendo que uma cristã aguarda ser executada por isso e até mesmo uma menina com Síndrome de Down foi posta atrás das grades acusada de rasgar uma página do Alcorão?

Nenhuma palavra sobre o vandalismo e ameaça cada vez mais constante aos cristãos de Israel, sendo que a ultima foi a pichação em hebraico dos muros de um mosteiro, dizendo que crucificariam os monges e blasfemando contra Jesus e Maria? Ou a proibição dos cristãos palestinos de receberem auxílio espiritual? 

Nenhuma lembrança sobre os massacres perpetrados por grupos extremistas, financiados e protegidos por parte do governo da Nigéria que mataram aproximadamente 500 cristãos só este ano no país? Ou de cem egípcios cristãos que foram barbaramente assassinados pelo crime de assistirem à Missa na noite de Natal?

Nenhum alerta à Índia, onde em diversos Estados é proibida a conversão para o cristianismo, nem aos nacionalistas de Orissa que massacraram cerca de 1000 cristãos e queimaram as casas deixando umas 50 mil pessoas desabrigadas, que para fugirem da perseguição, morreriam de fome e atacadas por tigres nas florestas indianas?

Não entendi qual preconceito foi condenado e qual liberdade religiosa foi defendida.